Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

A vida real do Dr. António de Oliveira Salazar. (Sintese)

A verdadeira vida do Dr. Oliveira Salazar narrada pelas fontes mais credíveis, as pessoas do Povo que com ele viveram, trabalharam e conviveram, algumas desde a infância e juventude do antigo Presidente.
Da aldeia do Vimieiro a chefia do governo, passando pelas finanças.
Como recuperou um País em crise total, evitou a entrada do comunismo e afastou atitudes fascistas em Portugal.


publicado por Admin às 10:01
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Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

ERA ISTO QUE OS NOSSOS GOVERNANTES HAVIAM DE FAZER!!!

A crise não afectou a actual classe política... mesmo "socialistas" e "comunistas" ou "bloquistas" (são todos "istas") nenhum dispensa os chorudos ordenados que são duplicados quando se tem em conta as ajudas de custo que estes srs. «democratas» têm (viaturas de luxo, combustível, verbas de representação, etc.).
Se isto tem sido saquear o Povo desde 1974, mais gravoso se torna no contexto actual de 600.000 desempregados (e vai subir mais) e de ordenados gerais na orla dos 450/500 euros... abaixo de vergonhoso!!!!


Para nos relembrar de exemplo de seriedade política, (algo hoje em dia extinto) deixo este extracto do JN onde podemos observar até onde ia o conceito de honestidade da política do antigamente.
SALAZAR CORTA 25% AO PRÓPRIO VENCIMENTO PARA DAR O EXEMPLO!!!
(Clique na imagem para ampliar e ler melhor)
publicado por Admin às 14:58
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

10 DE JUNHO - DIA DE PORTUGAL.

Discurso do Prof. Dr. António de Oliveira Salazar

Imagens do Estado Novo

publicado por Admin às 22:47
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Serrano Suñer fala do Prof. Oliveira Salazar.

SERRANO SUNER (Ramón Serrano Suñer) - Cartagena, 12 de Setembro de 1901 - Madrid, 1 de Setembro de 2003. Foi um grande político Espanhol e criador da estação de rádio "Radio Intercontinental". Serviu como Ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha. Ele foi também o «irmão na lei» do General Franco. Viveu quase 102 aos! Foi um homem integro, honesto e de fé.
***
Neste video vemos Salazar avaliado por Serrano.


publicado por Admin às 13:53
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Dr. António de Oliveira Salazar - Videos Históricos.

Nasceu pobre, filho de camponeses, na aldeia do Vimieiro, Freguesia de Sta. Comba Dão. Estudou em Viseu e mais tarde em Coimbra onde se Formou.
Foi ministro das Finanças, presidente do Conselho de Ministros, fundador e chefe do partido União Nacional.
Equilibrou as finanças públicas, criou as condições para o desenvolvimento económico e conseguiu que Portugal e Espanha ficassem de fora da II Guerra Mundial.
Manteve a separação entre o Estado e a Igreja e foi o maior Obreiro da Pátria, tendo feito milhares de Obras Públicas de grande interesse: -Estradas, edifícios públicos (escolas, pontes, hospitais, quartéis, tribunais) bairros sociais para os pobres, barragens, etc. tanto em Portugal como nas Colónias Ultramarinas.
Quando faleceu, pobre exactamente como havia nascido, deixou nos cofres do Estado 900 Toneladas em ouro.
Neste pequeno video vemos: Imagens de Salazar, discurso em Braga, inauguração da Ponte Salazar em Lisboa, o funeral do Dr. Salazar (camara ardente) no Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa.Campa de Salazar, (originalmente apenas uma laje de granito no chão de terra do cemitério do Vimieiro) actualmente coberta com memoriais oferecidos pelo Povo.




publicado por Admin às 13:35
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

A verdade há-de ser restaurada!!!


O período de regeneração que a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926 permitiu, e que o Estado Novo definiu e firmou, ficará marcado (quando a perspectiva histórica fizer vê-lo com isenção e descrevê-lo com verdade) como uma longa época de paz social, de progresso económico, de restauração de valores nacionais, de vida independente e altiva duma grande nação soberana, multicontinental e plurirracial que Portugal então era.

O saneamento financeiro; a independência da política externa, conduzida com lucidez e firmeza exemplares ao longo de períodos extremamente difíceis, como a guerra de Espanha, a guerra mundial e a defesa do Ultramar; a realização de obras públicas que mudaram a face do País; a valorização económica que progressiva e seguramente se prosseguia e de que os Planos de Fomento dão o testemunho dos números; a paz interna, no respeito pela função legítima da propriedade, do capital e do trabalho; a ordem nas ruas e a segurança dos cidadãos (que hoje se procura esquecer que constitui condição necessária do próprio exercício da liberdade); a defesa da família; o respeito pela consciência católica da maioria dos Portugueses que a Concordata viria, justamente, firmar; a defesa intransigente da integridade nacional («como, - dizia o Doutor Salazar, - historicamente sempre haviam entendido ser de sua obrigação todos os responsáveis na Monarquia e na República»): tudo são pilares de uma obra que a maldade dos homens não conseguiu apagar e há-de ser, algum dia, justamente julgada - quer dizer, com isenção de critério, objectividade de processos, e coragem de reconhecer e repor a verdade - pelos Portugueses de gerações futuras.

Salazar morreu há vinte e sete anos. A generalidade dos que viveram a época, e podem julgar sem sujeição a compromissos ou disciplinas, guarda uma visão positiva do homem e da obra.

Pensam muitos que, sobre os ataques gerados na insídia ou na ignorância, a verdade há-de ser restaurada.

Mais tarde - sabe Deus quando - será o juízo da História. Porém, já das brumas da perseguição e da calúnia, das deturpações constantes a que tentam condená-lo, emerge o vulto de Salazar, na sua grandeza ímpar entre os Portugueses deste século. Ergue-se por entre o estrebuchar raivoso dos velhos cultores de todos os ódios contra as Verdades que ele serviu - mas perante o respeito e interesse de muitos novos que há-de alargar-se, no decurso dos tempos, a uma geração de Portugueses que lhe faça justiça.

Lisboa, 27 de Julho de 1997
JR
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Portugal como era antes de 25 abril 1974.




O POVO PORTUGUÊS

Há cerca de oito séculos, numa Península Ibérica, indiscutível unidade geofísica, habitada por homens voluntariosos e aguerridos, formou-se, consolidou-se e tornou-se independente, lutando com grandes dificuldades, mas tudo vencendo com determinação e tenacidade, um Povo de características muito diferenciadas e bem definidas.

Foi o Povo Português.

A BASE DO CONJUNTO PORTUGUÊS

Mais tarde, decorridos três séculos, nos quais se confirmou a nacionalidade, esse Povo, insatisfeito no seu limitado espaço territorial e na ânsia de grandeza, desinteressou-se um pouco cautelarmente da Europa e lançou-se, através dos mares, na descoberta do Mundo, em aventura consciente e ponderada, afrontando obstáculos imensos que ultrapassou com as mesmas determinação e tenacidade.

Lançou-se na descoberta do Mundo e descobriu-o. Desde então, adquiriu o conceito do universalismo e do uno, e entendeu e praticou, cada vez com maior convicção, um princípio que Cristo abençoaria. O princípio da aproximação entre os homens; do bom relacionamento entre etnias mais e menos, muito e pouco, desenvolvidas, até à miscigenação; da missionação católica, sem prejuízo da coexistência de outras religiões e crenças; e da conciliação de culturas e tradições, e mesmo da sua fusão.

Foi a base da textura étnico-social do Conjunto Português.


A PLENITUDE DO CONJUNTO PORTUGUÊS

A meio do século XX e já bastante depois da criação, para o Mundo, de um Brasil enorme e indiviso, multirracial e moderno, o Conjunto Português estabilizara nessa maravilhosa textura étnico-social de autenticidade sempre crescente, cuja base se citou, e numa grandiosa estrutura pluricontinental, compreendendo a Metrópole Portuguesa, na Europa, as Províncias Ultramarinas Portuguesas de Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Princípe, Angola e Moçambique, em África, o Estado Português da Índia e as Províncias Ultramarinas Portuguesas de Macau e Timor, na Ásia. Este Conjunto integrava mais de vinte e cinco milhões de portugueses e abrangia mais de dois milhões de quilómetros quadrados. Isto, sem contar com os quase quatro milhões de emigrantes portugueses que, em numerosas regiões do Mundo, se mantinham e expandiam a maneira portuguesa de ser e de viver.

E, para além das referidas textura étnico-social e estrutura pluricontinental, estava, então, iminente o milagre económico, repete-se, estava iminente o milagre económico no Conjunto Português. Milagre com base na economia metropolitana, não muito acentuada, mas factual, sólida, crescente e promissora - crescimento anual de mais de 7%. E já produtora de uma moeda - o escudo - sadia e forte, invejada e desejada em todas as praças financeiras, e já produtora de reservas em ouro e em divisas como nunca as haviamos tido nem viriamos, depois, a ter. Mas milagre com base, também e talvez principalmente, no desenvolvimento espectacular das duas grandes Províncias de Angola e Moçambique, cujas riquezas imensas estavam en fase de adiantado arranque de exploração ou já mesmo em plena exploração - crescimento anual de mais de 9%.

Nas pequenas Províncias, o esforço orientara-se noutros sentidos. Por exemplo, em Cabo Verde não havia analfabetos, na Guiné tinham sido irradicadas as doenças de carácter endémico e em Timor, rodeado de muçulmanos, cerca de 80% da população abraçara o catolicismo.

Também, no Conjunto Português, se situavam posições geo-estratégicas de excepção, quer em termos nacionais quer internacionalmente. Posições sobre e nos Atlânticos Norte e Sul e sobre o Índico.

Ainda, em Portugal, vigorava um regime autoritário, mas cujo autoritarismo era uma necessidade harmónica com os estados de guerra que sucessivamente, e por responsabilidade de outros, se viviam e se viveram - Guerra de Espanha, 2ª Grande Guerra, preliminares da Guerra Ultramarina de 1961/1974 e esta Guerra Ultramarina de 1961/1974. Porém e mesmo assim, esse autoritarismo era limitado e condicionado pelo Direito e pela Moral Cristã. O regime conferia, deste modo, a Portugal, ao Conjunto Português, a qualidade de Estado de Direito e, consideradas certas especificidades étnicas, religiosas e culturais, a qualidade de Estado de Moral Cristã.

E, muito importante, Portugal era um País pleno de dignidade, com uma política e uma administração dignas, e com dirigentes e populações igualmente dignas, em termos internos e na sua projecção externa. Tal dignidade era conhecida e reconhecida pela Civilização, como o mostravam os termos das relações internacionais em que o País e os portugueses tinham e mantinham. Como casos pontuais, podem citar-se a integração e permanência de Portugal: na OTAN, a partir de 1949, data da sua fundação; na AIEA, a partir de 1957, data do início do seu funcionamento; e na EFTA, a partir de 1959.
Kaúlza de Arriaga
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Sábado, 25 de Abril de 2009

Grandes Portugueses - Entender Salazar e o Estado Novo.

Como a competencia de Salazar recuperou e dinamizou um País falido e com as classes sociais de rastos desde o Regicídio.
Como Salazar salvou Portugal e os Portugueses da Morte Vermelha, do Horror Comunista da defunta URSS e do jugo de Stalin.
Como Salazar salvou o Povo Português de morrer em combate na II Grande Guerra.


publicado por Admin às 23:49
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Domingo, 12 de Abril de 2009

Craveiro Lopes - Presidente (Junho de 1951) - Notícia Internacional.

Francisco Higino Craveiro Lopes.
Nasceu em Lisboa a 12 de Abril de 1894, e faleceu também em Lisboa a 2 de Setembro de 1964. Disputou a campanha eleitoral indicado pela União Nacional.
Ganhou com cerca de 80 % dos votos.






publicado por Admin às 23:23
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Prof. Dr. Oliveira Salazar - O socialista.

O socialista

Quer queiramos, quer não, a verdade é esta: Salazar foi o único governante deste País que, até hoje, e do ponto de vista da eficiência, pode ser considerado socialista.

Não por princípio, evidentemente. A sua orientação foi sempre a de respeitar a propriedade privada dentro dos limites do interesse da comunidade, como garantia da liberdade da pessoa humana e como fonte do progresso social. Mas é possível, mesmo dentro deste critério fazer socialismo.

Em Portugal o socialismo teve antes de Salazar uma expressão pouco mais do que teórica e bastante limitada. Ficara-se em raras zonas das grandes cidades, onde aliás era fraca ainda a industrialização. Para mais, a propaganda republicana agira sobre a receptividade revolucionária prejudicando a expansão socialista.


Como aplicação prática podem apontar-se algumas leis de João Franco, sobre quem Oliveira Martins exercera marcada influência, daí resultando o paradoxo de o político da Monarquia mais odiado pelos republicanos ter sido o que mais próximo esteve dos socialistas. As tentativas de acção parcelar de Estêvão de Vasconcelos e de Augusto Dias da Silva na I República - não passaram de tentativas... A I República não foi socialista nem anti-socialista. Foi apenas desordeira.


Depois de Salazar, o entusiasmo pró-socialista, mais rigorosamente pró-social-democrata, que de certo modo caracterizou o corporativismo, cedeu - e a guerra do Ultramar não teria deixado de influir nisso - a uma orientação de tipo predominantemente liberal, mais consentânea com o surto de enriquecimento, vamos lá, de capitalismo à solta, em que os senhores do dinheiro foram os primeiros responsáveis pelo colapso de 25 de Abril.


Salazar encarava o capitalismo nos seus aspectos úteis e nocivos: na sua capacidade de empreendimento e de progresso social, na criação audaz de novas fontes de riqueza e de aperfeiçoamento das existentes, na organização da produção de que todos beneficiamos, por um lado, e por outro na sua expressão mais pura - o plutocrata, que não é nem o grande industrial, nem o financeiro: é uma espécie híbrida; intermediária entre a economia e a finança: é a FLOR DO MAL do pior capitalismo.


Para ele o trabalho era um dever de todos, cada qual na sua esfera de acção: dirigentes e dirigidos, patrões e empregados, ricos e pobres.

É conhecida uma das suas repreensões públicas:
Tantas vezes ouvi dizer a mães carinhosíssimas, sem poder conter a sua felicidade: graças a Deus! o meu filho não precisa de trabalhar. Dar-se-á o caso de os educardes, senhoras, para que para eles trabalhem os filhos das outras mães?

O socialismo praticado por Salazar não foi o socialismo demagógico das agitações partidárias, nem a social-democracia, nem o socialismo de Estado que tanto influíra já na velha sociedade alemã, nem o socialismo soviético. Foi, digamos, um socialismo paternalista de lançamento e fiscalização - ao qual naturalmente haveria de seguir-se por via fiscal, um socialismo de distribuição equitativa de rendimentos.


Encontrava-se o Estado português perante um povo desconfiado, receoso da colocação dos seus capitais e das suas economias em mãos aventureiras. Com a administração de Salazar confia no Estado. Mas o estadista preocupa-se em despertar neste povo, que noutras latitudes tem dado sobejas provas de espírito de iniciativa e de capacidade de risco, a confiança que o leva a agir por si próprio.


Ele tem as alavancas do Estado e por elas controla a vida económica. Os seus principais meios de acção situam-se no Banco de Portugal e na Caixa Geral de Depósitos, um e outro sob a sua mão. Através deles domina a banca, salva algumas situações difíceis e abre caminhos para alargamentos, que nem sempre foram aliás aproveitados na justa medida. Adianta-se na realização das grandes obras de progresso, desde as vias de comunicação até à produção e distribuição de energia. O Estado comanda o lançamento das empresas com os seus capitais.. Cria confiança. Depois, pouco a pouco, vai ver como os capitais privados se substituem a parte dos capitais públicos, deixando estes livres para novos investimentos.


Os fundos da previdência social, respeitantes aos benefícios a longo prazo - pensões de reforma e subsídios por morte - atingem somas vultosas que são aplicadas em títulos das empresas industriais sob a vigilância de representantes do Estado.O Estado, pois, controla, num sentido paternalista de quem quer deixar os filhos ganhar autonomia para depois agirem por si. É o próprio Presidente que propõe e insiste em algumas das grandes realizações: o Metropolitano de Lisboa, a Ponte sobre o Tejo a Barragem da Cabora-Bassa, os estudos sobre a energia nuclear...


Não há-de ser absorvente a função do Estado. Nem na actividade económica, nem na sociedade, nem sequer na previdência e assistência. O culto da liberdade e da iniciativa individual, que tanto o havia impressionado desde jovem na educação inglesa, pretende ele radicá-lo entre os portugueses Mas levará tempo. Primeiro, há-de o Estado dar a impulsão inicial, ir-se-á retirando depois para uma função supletiva.

De qualquer forma, era independente de forças de pressão internas ou externas, doutrinárias ou materiais. Só o interesse nacional dominava o pensamento do estadista na execução de uma obra eficiente. Temos de considerá-lo neste ponto, repetimos, como o único realizador socialista até hoje conhecido em Portugal. Contra o interesse nacional não reconhecia a validade de quaisquer outros. Toemos obrigação de sacrificar tudo por todos: não devemos sacrificar-nos todos por alguns. E mais: O interesse nacional é superior à neutralidade e à paz.

publicado por Admin às 13:10
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